Leilão de Arte

16 de Março de 2010 @ 09:26 por Sérgio Oliveira

Um fenômeno que esta segurando firme o mercado de Arte é o leilão, principalmente com a sua difusão pela internet. Este tipo de venda esta dando maior liquidez as obras de arte. Agora quem precisa vender tem um canal aberto e simples, atraves dos diversos leilões que existem em todo Brasil. No nosso site fazemos leilões semanais e verdadeiras oportunidades já vi passar, com obras sendo adquiridas com até 20% do valor cobrado nas paredes das galerias. O grande segredo é ficar atento, pescar as oportundades e sempre exigir o certificado de autenticidade da obra.

O que vende é emoção

11 de Abril de 2009 @ 19:05 por Sérgio Oliveira

Quer vender seus quadros, quer fazer sucesso, então pinte com emoção, coloque dentro da tela todo o amor que você tem por sua pintura, toda energia positiva que você sente nas veias, sinta o quadro, sinta se misturando nas tindas, transmitindo para o expectador esta energia. Pintura acima de tudo é emoçao. Se você nao conseguir impregnar a tela com isto, suas obras vao ter dificuldade de venda. Voce pode pintar um quadro bem pintado, bem acabado, mas se nao deixar esta enegia emocional nele nao vai conseguir se comunicar com as pessoas. Isto é uma opiniao pessoal minha, baseada no meu convivio com artistas, percebo que aqueles que mais setem este comprometimento são os mais bem sucedidos e felizes.

24 de Agosto de 2008 @ 20:42 por Sérgio Oliveira

Diário de Pernambuco – Economia -24 de Agosto de 2008

No cenário das artes plásticas
Galeria alia tradição e modernidade em 29 anos no mercado pernambucano
Augusto Freitas // Especial para o Diario
augusto.freitas@diariodepernambuco.com.br

Desde 1979 gerando renda e exportando talentos, a Arte Maior é um exemplo de incentivo à cultura que encontrou atalhos para se manter presente no mercado de artes plásticas. “O principal objetivo ao fundar a Arte Maior foi promover e comercializar obras de arte de artistas de renome e novos no cenário de artes plásticas regional e nacional”, contou o marchand Sérgio Oliveira, proprietário da galeria.

A Arte Maior ganhou espaço no segmento pela dedicação e seriedade com que trabalhou quadros e telas de artistas de várias vertentes. Nesse tempo, adquiriu conhecimento e desenvolveu ferramentas de trabalho importantes para quem aprecia uma boa pintura. Nomes como Lula Cardoso Ayres, Romero Britto, Sérgio Martinolli e Vicente do Rego Monteiro são exemplos de artistas que tiveram seus trabalhos divulgados e vendidos através da galeria.

A contribuição da Arte Maior nesse setor é significativa em virtude da quantidade de exposiçõese leilões em que o nome da galeria esteve presente. A trajetória não se restringiu apenas às telas. De olho na tecnologia e em novos mercados, a galeria atuou em outras frentes. Foi quando Sérgio Oliveira teve a idéia de agregar serviços de design à atividade inicial. Assim surgiu, em 2004, a Arte Maior Design, cujo foco é a criação própria de produtos com acabamento mais moderno, como objetos de decoração e porta-retratos com design exclusivo.

De acordo com ele, a intenção de atuar nesse setor muito tem a ver com a o mercado local. “O preço dos produtos é algo restrito às camadas sociais de poder aquisitivo maior. Por isso, partimos para desenvolver trabalhos voltados para o design, um mercado promissor e crescente, que pode ter produtos adquiridos por classes emergentes”, disse. Sérgio também conta com uma distribuidora de molduras.

Ao longo de quase três décadas divulgando trabalhos expressivos, a Arte Maior utilizou seu know how para elaborar uma relação de obras que servem de inspiração para o mercado artístico. O Cadastro Arte Maior Pernambuco foi a forma que o marchand encontrou para destacar artistas pernambucanos e fazer com que seus trabalhos ultrapassem fronteiras.

O primeiro volume do cadastro foi elaborado em 1994 com cerca de 250 artistas do interior pernambucano. Dois anos mais tarde, o segundo volume contou com 320 nomes. Segundo Sérgio Oliveira, o cadastro foi mais um incentivo em termos de divulgação e comercialização.

Localizada em Boa Viagem, a Arte Maior conta com uma equipe de 15 colaboradores. Ao lado de Sérgio Oliveira, os profissionais Glória, Martha e Daniel Oliveira comprovam a tradição familiar e continuam com o espírito de incentivar a cultura através de parceiros, clientes e artistas que contribuem para a riqueza do acervo local. São mais de 150 exposições individuais de artistas locais e nacionais, 200 exposições coletivas e leilões em várias cidades do país.

“A internet deu grande amplitude à Arte Maior”
Sérgio Oliveira, marchand

Internet é aliada

Nos últimos cincos anos, a Arte Maior passou por mudanças em seus serviços. Uma das ferramentas que mais colaborou para o crescimento da galeria foi a internet. Como toda empresa que necessita atuar de acordo com o crescimento do mercado, a galeria não perdeu tempo e pegou carona na rede virtual. O primeiro site foi feito há dez anos e deu início a uma nova fase nos negócios. Em 2002, uma nova versão mais criativa e dinâmica, com atualização em tempo real, foi lançada com o objetivo de oferecer opções variadas para os clientes. “A internet deu grande amplitude à Arte Maior. Antes, nossas vendas eram mais concentradas em Pernambuco e estados vizinhos. Hoje, vendemos para todo o Brasil e exterior”, afirmou Oliveira.

Ele diz que os negócios no site Meu Painel correspondem a cerca de 40% da arrecadação da galeria. Outro serviço bastante procurado é a avaliação das obras de arte. Com o crescimento do mercado e uma quantidade cada vez maior de trabalhos circulando, há a o cuidado e a necessidade de peritos para definir o valor de cada trabalho. As solicitações partem não só de pessoas amantes da artes, mas também de profissionais como advogados e juízes em causas litigiosas, para pagamento de dívidas e inventários cujas obras fazem parte da liquidação de débitos.

O site pega carona na modernidade e está sempre bem informado quanto às exposições, trabalhos e, principalmente, negócios. “Hoje, expomos mais de mil obras no site e funcionamos 24 horas. Já perdi as contas do número de vendas que fiz de clientes que acessaram nosso site de madrugada e fizeram seus pedidos. Apostamos na internet e já estamos com vários projetos relacionados em desenvolvimento”, comemora Oliveira.

24 de Agosto de 2008 @ 20:40 por Sérgio Oliveira

Monalisa 500 anos

7 de Maio de 2007 @ 20:40 por Sérgio Oliveira

A Monalisa famoso quadro pintado por Leonardo da Vinci esta fazendo 500 anos. A pergunta que muita gente faz é porque um quadro com apenas uma figura com uma paisagem ao fundo ficou tão famoso ao ponto de hoje ser o quadro mais visto do mundo. Tirando a parte técnica, que sem sombra de dúvida é perfeita, vamos analisar a parte emocional onde esta toda a força desta pintura.
A meu ver a Monalisa ou Gioconda tem tanta força de comunicação com o público por ela se apresentar de forma enigmática, que toca o expectador com um sentimento de riso inocente, cinismo, sensualidade ou até raiva, ou seja você vai ve-la de uma das formas dependendo da emoção que esteja sentindo no momento.
Experimentem olhar para Ela em vários momentos diferentes e quando você estiver experimentando diferentes emoções.
Acho que aí onde esta o poder de comunicação deste quadro e a prova da genialidade de Leonardo da Vinci
Ele levou quatro anos pintando este quadro, acho que testando formas e diferentes sentimentos para poder repassá-los de maneira sutil na pintura.

Entrevista com o artista Satyro Marques

17 de Novembro de 2006 @ 15:50 por Sérgio Oliveira

Satyro Marques um dos melhores artistas brasileiros no estilo surrealista, estará fazendo uma exposição individual na Arte Maior neste mês de Novembro de 2006 e nos concedeu a seguinte entrevista diretamente de seu ateliê no Leblon, Rio de Janeiro.
1. De onde vem a inspiração para pintar cavalos?

Toda vez que inicio um trabalho com cavalos, parece que é pela primeira vez que o faço, é sempre uma inspiração renovada.

2.Para o estudioso da psicologia dos mitos, Paul Diel, ” o cavalo, simboliza a exaltação dos desejos e dos instintos,para Jung ” ele expressa o lado mágico do homem,a intuição do inconsciente e para você o que esse animal significa?

O cavalo, para mim. Representa a Vida e a Morte, é um animal de uma plasticidade incrível, pode representar tanto a agressividade quanto a meiguice, tanto a fúria quanto a plasticidade e leveza de um balé.

3.Você concorda com a citação do acadêmico ,Arnaldo Niskier,quando cita “Mário Margutti e afirma que a missão de todo artista é iluminar a noite da alma que atravessa os tempos?

Sim, concordo, totalmente, com a citação de Mario Margutti , é uma belíssima citação.

4.Tempos estes,como o atual,globalizado,individualizado e desumanizado,qual a missão da sua pintura hoje?

Eu diria que a minha pintura não tem intenção de discutir temas sociais, pois o meu compromisso é somente com a plasticidade do motivo.Não procuro questionar nada, tampouco exalto um fato relevante mas fico sempre a serviço da beleza.

5.Como é que você concilia o abstrato com o figurativo?

Nos meus trabalhos procuro a fusão do abstrato com a figura. Caso fosse possível traçar uma linha horizontal no centro de uma tela eu diria que a parte superior seria figurativa e a parte inferior abstrata, a união dessas duas partes seria o ponto ideal de meus trabalhos.

6. Qual a forma preferida?

Com já disse anteriormente,a união do abstrato com a formação figurativa é o meu ideal.Toda pintura é constituída de conteúdo e forma a forma atravessa os tempos o conteúdo vem sempre em segundo plano, entretanto quando se tem um trabalho que reúne conteúdo e forma de maneira muito inspirada teremos, sem sombra de dúvida ,uma obra prima

7.A sua pintura tem som?

Para determinados temas eu sinto uma musicalidade nos meus trabalhos, juntamente com a dramaticidade, como ocorrem nos temas Bíblicos “Apocalipse.”

8. O velho mestre de apipucos, sociólogo, Gilberto Freyre” afirmava,que sua pintura antes de mais nada,tinha,ritmo,muito ritmo e que a grande força das suas telas estava na harmonia das formas aparentemente contrastantes e que sua arte é atualissima sem a necessidade tirânica de ser moderna.” o que diz a respeito?

O grande mestre Gilberto Freyre, para o qual tinha compromisso de fazer a capa de um de seus livros, muito me sensibilizou com seus comentários a respeito de meus trabalhos, realmente eu tenho procurado não sofrer influências para mudar a maneira de realizarem as minhas obras, mas sempre procurando novas formas. Creio que é importantíssimo para um artista conseguir uma personalização bem definida do seu trabalho. No meu caso o empenho é muito grande no sentido de produzir uma obra marcante e ao mesmo tempo sendo minha sem que haja necessidade de olhar a assinatura

9. O jornalista José de Souza Alencar ( Alex), diz:”Satyro,cria traços tão fortes e pessoais que depois de vermos suas telas e irmos embora,elas continuam conosco”,qual a formula desta magia?

Na existe magia, mas sim um sentimento de identificação do artista para o público . Arte não é para ser interpretada e sim para ser sentida.

10.Qual a mensagem que você envia para o público pernambucano que aprecia sua pintura?

Eu tenho uma afinidade muito grande, através de meus trabalhos, com o público pernambucano, foi aqui que criei e fortifiquei as minhas raízes e aonde minhas obras teve o reconhecimento e sucesso artístico.A minha mensagem é de grande gratidão para o publico desse Estado maravilhoso.

A divulgaçao da obra do artista

7 de Novembro de 2006 @ 08:15 por Sérgio Oliveira

Ninguém come ovo de pato, primeiro porque pato não põe ovo e sim a pata, mas ele é machista não deixa que o nome da pata seja divulgado. Além disso a pata não chama atenção quando põe, aceita a submissão. Já a galinha não, ela põe e faz um alarde, faz questão de dizer que é a autora e todo mundo só conhece ovo de galinha.
Esta história é para dizer que o fato do pintor, artista plástico, divulgar o seu trabalho pelos quatro cantos do mundo, nos diversos tipos de mídia de comunicação, ele está fazendo o que é certo, pois somente assim vai se tornar conhecido e conseqüentemente seu trabalho valorizado.
Estou falando isto porque ouço de pessoas e artistas , comentários negativos a determinados artistas que fazem gravuras, colocam as suas obras em diversos locais e fazem muitas exposições em vários lugares. Tem uma verdadeira equipe para a divulgação de seu trabalho, são profissionais, usam todas as ferramentas de marketing atualmente existentes para difundir a sua obra, através de estampas em roupas, perfumes, cadernos, etc
Ao invés de criticar esse procedimento, acho que os artistas deviam se espelhar nele, pois foi assim que o nosso brasileiro e muito talentoso Romero Britto ficou conhecido mundialmente.
Não existe pintar para guardar, deve-se pintar para mostrar, para ser apreciado, e quanto mais meios de comunicação você tiver hoje para a divulgação de seu trabalho, melhor. Hoje vivemos num mundo orientado pelo marketing, se o artista não colocar na cabeça que tem que fazer marketing também, dificilmente suas obras se tornarão conhecidas além das fronteiras de seu ateliê.

O preço de uma obra de Arte para novos artistas

29 de Outubro de 2006 @ 10:30 por Sérgio Oliveira

Muita gente me procura para saber que preço colocar nas suas obras, pedem uma avaliação de seu trabalho.Avaliar uma obra de um artista novo é difícil pois se fôssemos considerar, técnica, tempo de execução, criatividade e o próprio valor que o artista dá ao seu trabalho, chegaríamos a um número de valor irreal que poderia satisfazer ao ego do artista mas não estaria dentro da realidade de mercado, ou seja dificilmente o artista conseguiria vender a sua produção.
Assim sendo, o artista novo, que ainda não fez o seu nome no mercado, deve ter seu preço estipulado pelo que o mercado paga, pois assim ele conseguirá vender os seus quadros e a cada venda conseguirá um defensor e divulgador de sua obra, um fã. No início quanto mais ele vender melhor será para sua carreira e valorização de seu trabalho.
Costumo dar a cotação do quadro do artista novo pelo preço do mercado, pois de nada adianta produzir e não vender. Somente vendendo é que o artista sente que seu trabalho esta sendo apreciado e isto lhe motiva a pintar mais.
A valorização vem com o tempo com a realização de Exposições individuais, coletivas, premiação em salões e a melhora da qualidade de suas obras que somente é conseguida com o tempo, com a experiência

Comercialização de Arte pela internet

17 de Setembro de 2006 @ 20:21 por Sérgio Oliveira

Cada dia que passa as coisa mudam, e mudam rapidamente, é preciso nos adaptarmos a esses tempos de mudança com a mesma velocidade, ou até com uma velocidade maior, se quisermos continuar no mercado. Comecei a me interessar pela internet há 8 anos atrás, quando criei o primeiro site da Arte Maior como se chamava naquela época ( falo 8 anos como se fosse muito tempo porque os recursos e tecnologia eram inferiores e muito mais caros). Uma página fixa que mostrava alguns quadros do acervo, tirava-se a fotografia, escaneava e colocava no Site. Depois veio a câmera digital. A primeira que comprei numa viagem aos Estados Unidos tinha o tamanho de quase um tijolo além de ser baixa resolução. Hoje a um custo muito baixo se tem uma câmera digital de alta resolução e Internet de banda larga também.

Esta extraordinária ferramenta de venda chamada Site na Internet ficou acessível para muitos negócios. Mas é preciso que, quem trabalha com arte veja isto e se proponha a fazer investimentos, que não são tão altos para se adaptar a mudança do mercado, senão vai ficar de fora. O mercado não perdoa, o que o cliente deseja é a empresa que lhe preste o melhor serviço.

Para exemplificar os benefícios que a internet pode trazer para a comercialização de obras de arte vou citar alguns casos de bons negócios que já efetuamos com o Site da Arte Maior:

  1. A cliente entra na Arte Maior e se interessa por um quadro, só que ela gostaria que o marido visse e ele está em Petrolina, ele liga para ele pede que veja o quadro na internet e ele aprova a compra porque gostou também.
  2. Na Alemanha existia um cliente que se interessa por obras de Romero Britto, contactamos o cliente que tinha um quadro de Romero Britto que gostaríamos de vender. Este quadro foi oferecido a este cliente da Alemanha, e ao vê-lo pela internet e decide comprá-lo, ou seja este cliente da Alemanha entra na Galeria sem nunca ter colocado os pés nela e fez uma compra de uma obra de alto valor.

Eses são apenas dois casos dos muitos que temos ao longo dos últimos dois anos, quando o mercado de vendas pela internet começou a pegar de vez. Vou parar por aqui este assunto ainda dá para escrever muito mais, fica para próxima.